segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Je ne regrette rien.



Tempo que eu não escrevi ao meu “bel prazer”. Dediquei bom tempo das minhas letras para analisar e comentar a História. Nesses quatro anos de universidade, pouco tempo tive para contar a minha.

Esta semana um turbilhão de pensamentos vem e vão, sem saber o que fazer. Caímos na velha frase de Drummond – E agora José?. Precisava de um tempo pra mim. Preciso saber que caminho tomar daqui pra frente. Há cinco meses parecia que meu mundo ia desabar, perdi o chão. Mas apareceu numa noite de setembro, uma menina de ‘olhar oblíquo e dissimulado’. Nossas histórias foram se completando, assim como nossas mãos.

Quando entramos na vida do outro, fazemos planos e constroi-se castelos. Imagina-se casas, filhos e cachorros. Mas para se buscar todos estes sonhos, deve-se estar de bem consigo. É necessário esse tempo.

Uma outra coisa complicada é que, apesar de não querer abrir mão desses sonhos muitas vezes teu coração manda tu partir para algo verdadeiro. Quero ter certeza que as coisas acontecem por causa de sentimentos, não por pressões ou eventualidades e até pela bebida. Não sei mesmo. Como dizia Edith “No!Je no regrette rien.”